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ARTIGOS
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Emagrecimento "Mas
o corpo, a luz do corpo?
Algumas pessoas, um belo dia, acordam, olham-se no espelho e dizem para si mesmas: "Preciso emagrecer". É como se acordassem gordas. Só que emagrecer é uma conquista. E para conquistarmos algo precisamos de estratégia, determinação e bons conhecimentos sobre o que pretendemos alcançar. Sendo assim, o melhor é começar da maneira correta. 1. Antes de mais nada, acabe com crenças erradas. Veja alguns mitos que existem sobre emagrecimento: ·
Alguns alimentos ajudam a queimar calorias. ·
Somente exercícios que fazem o corpo suar ajudam a emagrecer. ·
Comer à noite engorda muito. ·
Para emagrecer, torne-se vegetariano. ·
Jejuar algumas vezes pode ajudar a emagrecer mais rápido, além
de reduzir o tamanho do estômago.
O estresse emocional, que surge em decorrência daquelas situações inesperadas, pode levar à queda dos níveis de certas substâncias no nosso cérebro, como a serotonina, desencadeando depressão e exagero no consumo de certos alimentos ou substâncias capazes de proporcionar sensação de bem-estar. Apesar de não ser fácil, é nos momentos de maior estresse que precisamos ter mais atenção com a alimentação. Com a diminuição de serotonina, podemos cair no círculo vicioso de ingerir, cada vez mais, alimentos capazes de promover satisfação e bem-estar imediatos, mas também de aumentar o seu peso. Como é o caso dos carboidratos refinados, do chocolate, do café ou do álcool. É
importante distinguir aquela vontade insuportável de comer algo
da real sensação de fome. Qual a diferença? Quando
você tem fome, qualquer tipo de comida irá satisfazer,
mas aquele desejo de comer um determinado tipo de alimento é
algo muito forte podendo fazer você sair de casa só para
comprar o que deseja. · Compre porções pequenas do que deseja. Isso irá resolver seu desejo, sem comprometer seu peso. · Não fique comendo várias outras coisas na esperança de enganar sua vontade. Isso provavelmente fará você comer mais comida e calorias do que se tivesse atendido seus desejos de maneira sutil.
Peso muito
magro não significa saúde. A palavra-chave é flexibilidade.
Quando falamos do que seria o peso adequado a ser alcançado, exceto para aquelas pessoas com uma massa muscular muito avantajada, o método que mais se usa hoje é o chamado índice de massa corporal (IMC). Esse índice é representado por um número obtido por meio da seguinte fórmula: divisão do peso (P), em quilos, pelo quadrado da altura (A), em metros. IMC = P / AxA (kg/m2) Por exemplo,
Leonardo pesa 95 quilos e tem 1,78m de altura. Usando a fórmula acima, é definida como saudável a faixa de IMC que vai de 18 a 25. Mas quem estiver longe de um IMC de 25 deve saber que sua saúde pode melhorar bastante se já reduzir de 5 a 15% do peso e se mantiver nesse patamar. Uma redução, mesmo que lenta ou menor, mas permanente e progressiva, é muito mais benéfica do que aquela história de engorda-emagrece. Os quatro pontos-chave para quem quer emagrecer são: hereditariedade, alimentação, atividade física e emoção. Emagrecer é a harmonia entre hereditariedade, alimentação, atividade física e emoções em um mesmo momento. Não adianta cuidar somente de uma quarta parte, alimentação, por exemplo, e esquecer das demais. Só vai conseguir emagrecer e se manter magro quem se preocupar com esses quatro pontos ao mesmo tempo. Pode parecer óbvio, mas na prática, o gordo nunca é tratado dessa maneira. Há uma preocupação só com a alimentação, só com a ansiedade, só com atividade física ou, no máximo, com alimentação e atividade física de maneira combinada. Você deve estar perguntando: "Porque preocupar com esses quatro pontos ao mesmo tempo?" Alguns exemplos: ·
Para quem tem tendência genética para engordar, só
uma dieta alimentar, por mais rigorosa que seja, pode não ser
suficiente. Dra.
Karla Saggioro |